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Não aguento mais pensar em ti e nas coisas que me disse.
Mas também não aguento mais encarar o que sinto.
Amar você é algo tão doce, que chega a ser um pouco amargo ao meu paladar.
É algo que sinceramente não consigo explicar,
Nem entender.
É algo que foge á razão, escapa aos meus sentidos e
Enlouquece o coração.
Olá pessoas! Espero que com vocês esteja tudo bem, assim como está comigo.
Nossa, esses dias andam tão estranhos.. Nem tenho palavras para descrevê-los, mas a questão de hoje é: Por que algumas pessoas não se tocam nunca?
Pois bem, há um tempo tive problemas que geraram incômodo à minha pessoa, mas como sou alguém assim bem forte (rs!), conseguii superá-los muito bem.
Mas ainda não consigo entender como uma certa pessoa tem a cara de pau de continuar me mandando e-mails tentando uma reaproximação. Ow, acordaaaaaa. Se você não foi capaz de fazer a escolha certa e agora está infeliz, já não tenho nada a ver com isso, saca? Avisei o quanto pude. Agora não venha chorar o leite derramado.
E pode mandar quantos e-mails quiser, pois todos os seus endereços de e-mail estão bloqueados e eu nem fico sabendo de nada do que você manda (a menos que eu verifique os e-mails filtrados...)!
Esse recado já está dado. rsrs
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Quanto a assuntos mais relevantes não tenho muito o que dizer, mas não posso deixar de contar que me encontro numa inexplicável ânsia pelo desconhecido. Uma felicidade súbita de quem acorda vendo passarinho verde e coisas do gênero.
Rs.. Bem.. ontem vi o Wagner. Tipo, apesar de a gente ficar meio 'tímido' quando estamos juntos, me divirto muito. Ele me faz rir e ele ri de mim também.
No mais, não tenho mais nada a dizer, e assim que tiver algo interessante (ou não) pra postar eu volto.
Beijos a todos, inclusive às pessoas que não gostam de mim e continuam se importando com a minha pessoa a ponto de serem leitoras assíduas dos meus blogs. (Afinal, guardar raiva de gente pequena é besteira.. rsrs)
E me pergunto: Será?
Verdadeiramente não mais acredito no que poder vir a ser. As coisas estão tão vazias e sem essência. Já não acredito no que acreditava antes.
Essa questão das perspectivas está mudando a minha vida. Esse processo está tirando o meu chão. E então o que penso ser verdade é apenas um fator que me une ao 'rebanho', mas por incrível que pareça, há tempos não me sinto parte dele. Sim, é certo que o impulso à verdade é o que me move, mas tenho vivido como a mais reles mentira.
É tão interessante essa forma de encarar os fatos, pois sinceramente já não me importo. Já não quero me importar com questões que não posso entender. Perco as forças questionadoras das atitudes minhas e alheias, mas não perco o discernimento que preciso para existir.
E então posso eu afirmar que existo porque penso? Claro que não. Existo porque penso e sinto. Existo como fruto do antagonismo entre meus sentimentos e a 'razão' que demonstro em certos momentos. Acredito que agora sim estou capacitada a me fragmentar para enfim entender a essa verdade que se prosta diante meus olhos. Verdade esta que não tem essência, que não acrescenta nada novo, que não tem valor em si.
É incrível. Há muito mais mistérios entre os Céus e a terra do que possamos imaginar...
...Like you sad it woud be.. Life is easy on me..."
Bem, ultimamente tem sido difícil me manter nos eixos. Sinto-me em uma prova de fogo, onde tudo o que pensava ter valor está sendo questionado. Confesso que há uma boa influência Nietzschiana nisso tudo. Tá tão difícil. Tá tão esquisito me perceber um tanto diferente, descontente com essa vida maluca.
Ontem sai da faculdade 22h e fui embora pra casa a pé. É perigoso, perdi meia hora de discussão filosófica (da qual gosto bastante) e ainda me rendeu uma pequenina discussão via celular e uma mensagem estranha. Não sei, mas penso que não tem sentido viver assim, saca? Para quê entrar nesses moldes que tanto se impõem perante meus olhos?
Na aula de TGD, o professor-juiz-que-se-acha-Deus me chamou a atenção. Tudo porque usei o termo "Nóh, mas que sacanagem...". Segundo o professor, uma 'donzela intocável' como eu não deveria usar um termo 'xulo' como esse. Ai.. ai... Isso é porque ele ainda não me viu falando palavrão, pensei...
Mas então, após esse episódio, me pergutei: "Será mesmo que preciso revisar o que falo?" Não sei. Não sei mesmo o que faço no meio desses advogados em potencial. Não me sinto parte desse todo, apesar de adorar o curso. No fundo, tenho descoberto uma relação muito harmoniosa entre mim e filosofia/política (e por que não filosofia política?? rsrs). Espero não ter que esperar chegar no 9º período pra mudar de curso.
Mas mudando drasticamente de assunto, me percebo uma alma vazia em meio à multidão. É uma coisa complicada, porque em meio a 60, veja bem, sessenta pessoas não me sinto nem um pouco completa. Parece que estou numa terra totalmente desconhecida, sem poder contar com alguém, e sem poder confiar em ninguém.
Às vezes me questiono se algumas coisas que me foram ditas há algum tempo fazem sentido e temo ter que concordar, pois é deprimente. Será, meu Deus, será?
Já faz um tempo que parei de 'correr atrás' das pessoas. Percebi que realmente não faz diferença se me faço presente, ou se me faço ausente. Pareço não fazer tanta diferença para as pessoas.
Acho que a tendência à introspecção (será que essa palavra existe?) está tomando conta de mim. Bem, neste caso o que me resta é sair sem governo por ai. Fingir o 'infingível', ouvir o inaudito (como se fosse possível...) e viver.
Pois nada espera.
Não sei bem o que se passa aqui dentro. Está tudo bem, não temos discutido tanto. Acredito que conquistamos prematuramente uma forma de 'maturidade'. Digo que é de forma prematura porque sinceramente, preferiria te ter de uma forma mais viva, mais espontânea e menos preocupada.
Tenho a sensação de que estou preparando um prato. É uma tarefa árdua, pois vai levar tempo até ficar pronto. E sinto que quando terminar de cozinhá-lo, não serei quem vai degustar. É isso o que tem se passado na minha mente agora. Alguém que estou lutando pra preparar não estará comigo quando estiver pronto.
É difícil conviver com essa sensação de perda. Isso mesmo, estou te perdendo aos poucos. E de uma forma sutil demais. Estou te perdendo nas pequenas coisas e é isso o que atenua o meu sofrer.
Toda vez que choro é porque me sinto frágil. É porque estou com medo de que aconteça algo mais sério. É porque te amo e não quero te perder.
07:42 da manhã, eu e meu instrutor infalhível na porta do poliesportivo a espera dos examinadores do detran. O Exame estava marcado para as 08:00, mas os caras resolveram antecipar. Primeiro entra o examinador que fica no banco de trás. Ele me diz bom dia, eu respondo e pergunto se posso arrumar os retrovisores. Em seguida entra o outro examinador no banco do meu lado e também me diz bom dia. Respondo e ele me pergunta se está tudo jóia e eu digo: "Tudo jóia...". Ai ele me retruca: "Não senti firmeza nesse seu jóia não, Camila..". "Ah.. é porque tô nervosa...". "Quando você tiver preparada, pode iniciar, tá?" "Táh..".
Bem, não esqueci nada, coloquei a cabeça para fora na hora de arrancar, olhei bem todos os retrovisores, reduzi antes das curvas e tratei de fazê-las bem 'fechadas'.
O primeiro controle de ambreagem, que foi numa descidona, foi um pouco difícil de fazer. O carro não parou direito, deu uma 'dançadinha' e a aceleração foi um pouco em demasia, mas nada fora do controle. A partir dai, minhas pernas tremeram bastante e o examinador com muita calma e paciência foi me dando toques, tentando me tranqülizar, mas foi inútil, pois eu mal sentia a embreagem sob meu pé. (Rs rs) Foi uma espécie de 'pane', sabe? Logo após uma conversão complicada à direita, o examinador me manda fazer uma baliza, e foi a maior complicação. Parei um pouco longe do Siena estacionado, portanto, minha baliza ficou um pouco distante do meio fio. Ai, o examinador que estava ao meu lado abriu a porta e me disse que poderia ter ficado mais próximo ao meio fio e ao carro da frente, mas que estava tudo bem e que eu poderia arrancar. Dito e feito, lá vou eu saindo da baliza, com uma tremenda tremedeira que me dificultava no controle de embreagem. Mas então voltamos ao ponto de partida e quando os dois examinadores conversavam me deu medo. Estava nervosa demais, abracei meu intrutor e não me conti: comecei a chorar. Então os homens me chamaram e o gordinho simpático que foi me dando toques e que estava ao meu lado no carro me disse: "Você precisa treinar um pouco mais, está insegura, mas nós te aprovamos. Boa sorte!" Ai não deu outra, fiquei maior feliz, abracei os dois examinadores, abracei meu instrutor e chorei mais ainda! Liguei para a minha mãe, pro meu pai e pro meu namorado pra espalhar a boa nova! Estou eufórica até agora, e olha que o exame foi as 08 da matina! Rsrs.
Que bom.. é muito bom saber que apesar de todo o nervosismo fui capaz de passar no exame de rua. De duas, uma: ou o examinador foi com a minha cara, ou ele viu que, apesar do nervosismo, não dirijo tão mal assim. Yupiiiii!!
Bem, essa foto tem o título: "o vazio de mim". Resolvi colocá-la aqui não por estar me sentindo vazia, mas por estar tão estranha a ponto de não me reconhecer.
Cheguei a um ponto desconhecido de mim. Nunca passei por um momento em que não soubesse o que sinto e o que acontece comigo. E isso é estranho demais.
Tenho alguns momentos alegres e felizes até, mas falta a adrenalina no sangue, sabe? A rotina e o cansaço tomam conta das minhas veias e não sei o que fazer.
Já não respondo por mim, sou mais ranzinza que o habitual, não reclamo de muita coisa no relacionamento, mas em compensação, em casa reclamo muito mais que o de costume. O único lugar onde encontro um pouco de sossego é aconchegada em um abraço, mas apesar de seus esforços (que reconheço), ainda deixa muito a desejar. Nada me agrada, nem eu mesma. As minhas coisas, as minhas roupas, os meus escritos fazem eu me sentir como se tivesse mil mãos, como se fosse diferente de todo mundo. A minha cabeça dói, os meus cabelos estão quebradiços, as minhas unhas fracas e flexíveis. O consolo dos meus amigos já não me basta.
Sinto que falta um motivo. Falta uma razão para a vida. Poderia passar semanas dormindo que para mim não faria a diferença. Não vejo razão em continuar dando o melhor de mim se o reconhecimento não chega. É tão constrangedor e diferente estar assim, distante de mim e do mundo, fora de contato. E o pior de tudo é que aparentemente estou bem. Meu namorado me diz o tempo todo que me ama e que está feliz. Mas que diabos! Por que eu o faço feliz e não sou feliz?
Me parece que não tem sentido viver isso de qualquer maneira. Já não faço planos, já não me preocupo em fazer coisas diferentes, já não me importo como importava antes.
Só queria poder sair um pouco daqui pra poder colocar as coisas no lugar.
Nada é tão triste assim. A vida é boa pra mim mais que o normal. Então me diz qualquer hitória de amor e glória. Eu sei, não da mais pra voar. Eu não sei olhar sem você, eu só sei olhar pra você. Eu só sei olhar pra você, eu só sei olhar pra você... Então me diz frases feitas comuns. Já sei, ficamos no ar mais que o normal. Então me diz, faz frio agora, a musa e glória partiu negando o seu papel. E eu nem sei olhar sem você, eu não sei olhar sem você. Eu só sei olhar pra você, eu só sei olhar pra você, eu só sei olhar pra você... Nunca disse te amo, nunca disse te estranho, nem importa mais. E eu só sei pensar em você, eu só sei pensar com você, eu só sei pensar em você, eu só sei pensar com você, eu só sei pensar... pensar... pensar...
A música acima é interpretada pela Simone e o nome dela é "Então Me Diz". É uma vesão em português da música "The Blower's Daugther", do Damien Rice, tema do filme Closer - Perto Demais com a Julia Roberts. Ambas são muito boas.
Hoje estou com uma sensação meio estranha. Não me reconheço nos meus atos e nem nas minhas palavras. Devo estar numa fase de transição, pois nada me agrada completamente. Ontem foi um dia comum, mas a noite tive momentos bons. Recebi uma visita especial e fiquei alegre. É bom estar nos braços de alguém que me devolve a paz. É, ele me devolve a paz que não encontro sozinha, mas isso não quer dizer que esteja feliz. Fico alegre, mas feliz não sou desde algum tempo.
Fico 'incrível' com certas coisas. O ser humano é uma criatura impressionante, sabe? Quanto mais desdenhamos, quanto mais deixamos 'de lado' mais a pessoa se empenha para estar conosco e para estar disposto a qualquer coisa. Mas quando passamos a tratar com certo carinho e correr atrás já era! A pessoa foge mesmo. Vai entender.. carinho e amizade a gente não mendiga, a gente conquista e quando é simultâneo é melhor ainda.
Ainda não descobri o propósito de fazer esse 'diário'. Primeiro, porque não gosto de diário (mas estou fazendo um...) e segundo, porque quem não tem Vox não pode comentar (é o maior contra do Vox). O que quero mesmo é entender o que se passa e descobrir o porquê dessa transição.
E a pior coisa do mundo é: não obter as respostas das perguntas que eu fiz.
Mas deixa pra lá, pois isso é uma outra história.
Nem sei bem como começar esse blog. Passei uns dias pensando, era pra ele ser uma espécie de extensão (ou substituto) do meu outro blog. Mas acho que esse aqui acabará sendo uam espécie de 'diário', onde escreverei minhas opiniões de uma forma menos poética e metafórica.
As diferenças do Blig para o Vox são muitas, mas creio que, se for avaliar qual dos dois atende melhor minhas requisições, os dois empatam. Primeiro porque o Blig é em português, é relativamente fácil de mexer, mas ele não tem um template que combina com meu estado de espírito (e não encontrei nenhum template que combinasse comigo. Depois que o By Marina terminou, muitos blogueiros, inclusive eu, ficaram com o c* na mão...). Segundo: o Vox não é em português, não preciso me preocupar com template (por enquanto), tem um aspecto mais dinâmico e limpo, mas achei o ó a maneira de armazenar imagens e o fato de não ser todo mundo que pode comentar. Paciência, né? Nem tudo é perfeito.
Quem sabe aos poucos o Meu Espelho Vox substitua o Meu Espelho Blig.
Essa imagem (You can always make me smile) foi retirada do blog da Ana: Os Átimos . Ela tem muito bom gosto e hoje postou uma música simplesmente ma-ra-vil-lho-sa da Zélia Duncan, a "Coração na Boca".
Mas se for pra falar sobre mim, digamos que hoje sou uma pessoa feliz. Mas como assim: "hoje sou uma pessoa feliz"? Quero dizer que por hoje estou feliz. Não estou triste, nem decepcionada, nem desmotivada.
Há pouco tempo parei pra pensar em como a vida é boa comigo e não tenho percebido. Exemplo: não estou num mar de rosas, mas reclamo da minha 'atual conjuntura' (e ai de quem criticar, hein? rsrs).
Bem, vai ver que essa minha insatisfação é uma coisa natural, faça parte da minha personalidade e eu nem tenha percebido. Uma vez me disseram que não tenho personalidade. É claro que fiquei muito triste. Mas acabei achando que isso pode ser verdade. Ah, é melhor deixar essa doideira pra lá, pois acabarei me confundindo. :- )
No post de hoje gostaria apenas de descontrair, sabe? Desestressar um pouco, falar bobagem. E por falar nisso, estou precisando de um vinho (suave e tinto, porque vinho sem doce ninguém merece) e de uma ótima companhia. Pena que minha companhia preferida não tenha assim um sexto sentido pra perceber que preciso disso.
Então, por hoje isso é tudo o que eu tinha pra dizer! E só mais uma coisa, não se esqueça de dar uma passadinha lá no blog da Ana pra conferir, ok?
